sexta-feira, 23 de julho de 2010

Mais uma prova de que a pimenta combate a gordura

A capsaicina, que dá a ardência à pimenta, pode ajudar no combate à obesidade e ao acúmulo de gordura.

Cientistas da Daegu University, na Coreia do Sul, publicaram novas evidências de que a capsaicina, substância que dá ardência à pimenta, pode ajudar na perde de peso e combater o acúmulo de gordura, provocando algumas modificações benéficas em proteínas do nosso corpo. O estudo, que pode dar novos rumos ao tratamento da obesidade, foi publicado no Journal of Proteome Research.

De acordo com os experimentos, a capsaicina pode ajudar a combater a obesidade, diminuindo a ingestão calórica, reduzindo o tecido adiposo e os níveis de gordura no sangue. Ninguém, no entanto, sabe exatamente como a substância consegue desencadear esses efeitos benéficos.
No esforço de encontrar respostas a esse dilema, os cientistas alimentaram ratos de laboratório com dietas ricas em gordura, com ou sem capsaicina. Aqueles que receberam a capsaicina perderam 8% de seu peso corporal e apresentaram alterações nos níveis de pelo menos 20 importantes proteínas presentes na gordura. Tais proteínas alteradas trabalham na quebra do tecido gorduroso. "Essas mudanças fornecem conhecimentos moleculares valiosos sobre o efeito antiobesidade da capsaicina", publicaram os cientistas.

A obesidade é uma grande ameaça à saúde pública do mundo, e está ligada a diabetes, doenças cardíacas, pressão alta e outros problemas de saúde, de acordo com Jong Won Yun, o líder da pesquisa, e sua equipe.
Fonte: Revista Época (on-line)

quinta-feira, 22 de julho de 2010

"A batata frita é um pesadelo nutricional"

Jonny Bowden, autor dos livros Os 150 Alimentos mais Saudáveis do Planeta e As Refeições Mais Saudáveis do Mundo (a ser lançado no final do mês, ambos sem tradução em português), fez, a pedido de ÉPOCA Online, uma lista dos alimentos que podem causar os maiores danos à nossa saúde - seja pela concentração de substâncias nocivas ou pela ausência completa de nutrientes necessários ao funcionamento de nosso corpo. O ponto comum entre os piores alimentos listados pelo especialista é que todos são industrializados.

Confira a lista dos alimentos que você deve banir do seu cardápio ou consumir com muita, muita moderação:

Batata frita: são fritas em óleo vegetal, que é reutilizado inúmeras vezes, o que aumenta a concentração de gorduras trans, o tipo mais perigoso para a saúde. A batata, em termos nutricionais, é como uma tigela cheia de açúcar. "O prato é um pesadelo nutricional", diz Bowden.

Refrigerantes: são cheios de açúcar e outros produtos químicos. Os refrigerantes dietéticos também devem ser evitados porque estão repletos de produtos químicos e adoçantes artificiais, que não considero saudáveis.

Salgadinhos industrializados: não têm valor nutricional nenhum e são repletos de gorduras trans, sódio e açúcares, todos elementos prejudiciais à saúde.

Algodão-doce: além de ser puro açúcar, tem corantes artificiais. É um alimento que não deveria existir, segundo o especialista.

Pão branco: é um alimento com valor nutricional nulo - tem apenas carboidratos, o que quer dizer que ajuda apenas a aumentar a conta de calorias. Prefira, sempre, pão integral.


Fonte: Revista Época (on-line)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Açaí pode ajudar na prevenção do câncer

Pesquisa mostra que adição da fruta durante a fermentação do leite estimula a produção de ácido que auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer.

Tradicionalmente conhecido por suas propriedades energéticas, o açaí deixou de ser uma fruta consumida por esportistas e foi incorporado ao cardápio dos brasileiros na forma de bebidas, doces, geleias e sorvetes nos últimos anos. Agora, um estudo publicado no International Dairy Journal mostra que a mistura da polpa do açaí durante a fermentação do iogurte pode ajudar a prevenir o câncer e fornecer nutrientes importantes para o nosso corpo.

O trabalho, coordenado pela professora Maricê de Oliveira, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), concluiu que a fruta estimula a produção do chamado ácido linoleico conjugado (CLA) por linhagens de bactérias presentes na fermentação do iogurte. O CLA, segundo ela, auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer, como o colorretal, de estômago e de mama.

O estudo também focou o potencial benéfico do açaí sobre o perfil lipídico do iogurte. Isso quer dizer que o açaí, ao ser misturado no iogurte, promoveu um aumento do teor de ácidos graxos benéficos à saúde. “Tais ácidos estão presentes em maior quantidade em gorduras de origem animal, mas cuja ingestão diária deve ser controlada”, afirma Maricê. “Nosso experimento demonstrou que o iogurte desnatado probiótico fermentado com açaí contribui para a ingestão diária desses ácidos bons para o organismo sem aumentar a ingestão de indesejados alimentos gordurosos.” Além disso, a polpa do açaí é rica em compostos que possuem uma reconhecida capacidade antioxidante. Essa propriedade da fruta assegura a melhor circulação sanguínea e faz a proteção do organismo contra o acúmulo de placas de gordura nas artérias.

A pesquisadora afirma que não é possível fazer o iogurte de açaí em casa, pois, para que o CLA seja formado, é preciso que a fermentação ocorra de forma industrial e controlada. “Mas nosso objetivo é que ele seja vendido nos supermercados no futuro”, diz. De acordo com Maricê, o próximo passo de sua pesquisa é realizar testes em humanos para verificar o potencial da mistura. Ela acredita que isso acontecerá em breve.
Fonte: Revista Época (on-line)

terça-feira, 20 de julho de 2010

Dietas milagrosas podem ser arriscadas

"Perca 8 kg em quatro semanas", "Emagreça comendo chocolate", "Emagreça 7 kg com a dieta da sopa".
Esses são alguns dos anúncios de dietas atrativas encontrados em sites e revistas que seduzem muitas mulheres com promessas milagrosas. No entanto, ao iniciar uma maratona para a perda de peso sem orientação médica, o sonho de alcançar o peso ideal pode se tornar um pesadelo.

Segundo a nutricionista Priscilla Baracat, seguir qualquer dieta sem orientação de um profissional da saúde é muito arriscado. "As dietas da moda geralmente restringem determinado alimento ou nutriente. Perde-se peso porque a ingestão de calorias passa a ser menor do que o gasto calórico, independente da qualidade do que se ingere.
Perde-se carboidratos, proteínas, água, vitaminas, gorduras. Se a dieta for muito restrita, que é o caso da maioria, e for mantida por muito tempo, pode ser muito prejudicial à saúde, podendo causar anemia, queda de cabelo, enfraquecimento das unhas, falta de vitaminas importantes e, até mesmo, anorexia. Além do mais, causa dores de cabeça, fraqueza e tontura", explica.

Outro problema, segundo a nutricionista, é que as dietas dão resultado em pouco tempo, o que ilude as seguidoras do regime. "Elas dão resultado em um curto espaço de tempo, porém são monótonas e prejudiciais à saúde, se prolongadas. Além disso, a mídia sempre traz modelos e atrizes famosas, com corpos lindíssimos, como seguidoras dessas dietas da moda, o que faz com que as mulheres se iludam ainda mais", diz Baracat.

De acordo com a profissional, mais um problema das dietas rígidas é o "efeito sanfona". Com a mesma facilidade que trazem a perda de peso, trazem também o ganho dele. "Essas dietas são geralmente são monótonas, difíceis e, muitas vezes, por causarem fraqueza, são interrompidas. A pessoa volta a consumir mais calorias do que gasta e o peso é reposto. Se a ingestão for maior que o gasto, o aumento de peso será progressivo", explica a nutricionista, observando ainda que a baixa ingestão de calorias também pesar na balança. "Dietas pobres em carboidratos, gorduras e proteínas são difíceis de serem mantidas. O organismo entra em estado de alerta, pois percebe que está faltando combustível para o corpo e então armazena o quanto puder. É fisiológico", conclui.

Baracat aconselha a adoção de uma dieta balanceada, feita com orientação médica. "O mais saudável é ter uma vida regrada, com uma alimentação balanceada em quantidade e qualidade, boas noites de sono e prática de atividades físicas regulares. Isso traz benefícios ao corpo e à mente", afirma. Ela conta que não há segredos para entrar em forma e que é possível controlar o peso com uma alimentação saudável. "Uma dieta segura e eficaz é aquela composta por todos os nutrientes necessários à saúde do organismo, como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais, fibras e água, que podem ser encontrados nos pães, grãos, frutas, verduras e legumes, carnes e castanhas. Cada pessoa tem uma necessidade de calorias de acordo com cada metabolismo e o gasto individual", analisa. (S.R.)

Negrito
Para uma boa ALIMENTAÇÃO


- Evitar alimentos ricos em gorduras saturadas, como carnes gordas, manteiga, ALIMENTOS industrializados e os vendidos em restaurantes de preparo rápido.

- Priorizar alimentos ricos em gorduras insaturadas, como as encontradas no azeite, óleo de soja, castanhas, peixes e abacate. Porém sem exageros, pois gordura, independente da qualidade, é rica em calorias.

- Retirar as gorduras aparentes das carnes antes de comê-las.

- Evitar fritar os alimentos. Prefira os cozidos, grelhados ou assados.

- Evitar alimentos açucarados, como biscoitos e bolos recheados, tortas e doces em compotas.

- Dar prioridade aos alimentos integrais, como pães, arroz, farinhas e macarrão.

- Evitar adicionar sal às refeições.

- Evitar alimentos embutidos e enlatados.

- Comer peixes frescos pelo menos três vezes por semana.

- Comer pelo menos três porções de frutas por dia.

- Fazer de 5 a 6 refeições diárias.

- Beber mais de 2 litros de água por dia.
Fonte: CFN

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Efeito contrário: bebida light atrapalha a dieta

Você quer emagrecer e, sem nem piscar, prefere um refrigerante Diet a um copo de suco de laranja. Afinal, o suco pode conter até 180 calorias. Mas essa escolha, na verdade, pode boicotar a sua dieta.

A quantidade de adoçantes artificiais e de sódio é maior nos refrigerantes Diet, light e zero, e esse mineral em excesso pode provocar retenção de líquidos (inchaço), acarretando em um processo mais lento de emagrecimento. "A pessoa só vai conseguir emagrecer se o organismo estiver livre de toxinas e, toda vez que há ingestão de refrigerantes, o corpo vai acionar o mecanismo de defesa e brecar o metabolismo até que ocorra a desintoxicação", explica a nutricionista Roberta Larica.

O aumento da pressão arterial é outro problema que pode ser provocado pelo consumo em excesso de refrigerantes light e Diet, segundo a nutricionista.

"Os refrigerantes light e zero contém mais aditivos químicos porque são fabricados para disfarçar o sabor, mas o Diet também é prejudicial por causa do adoçante artificial. Apesar das calorias e do açúcar, a pessoa deve optar pelo comum, mas o ideal seria não beber refrigerante. Também é bom dar preferência a marcas com menos corante, sódio e conservantes".

Pesquisa

De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Framingham, nos Estados Unidos, as pessoas que bebem a versão Diet do refrigerante têm o mesmo risco de doenças cardíacas do que as que bebem o tipo comum todo dia.

Pesquisas anteriores ligavam o consumo de refrigerantes ao surgimento de doença cardíaca, mas, pela primeira vez, foi demonstrado que a associação incluía também os refrigerantes com adoçantes artificiais.

O estudo teve como base observações feitas com nove mil pessoas de meia idade durante quatro anos. Os pesquisadores levantaram algumas teorias para explicar o resultado, mas não chegaram a um consenso.

Suco natural ajuda a perder uns quilinhos

Mata a sede e faz bem. Os sucos de fruta são uma ótima opção para manter a saúde e ainda perder uns quilinhos extras. Segundo a nutricionista Roberta Larica, o suco de fruta tem efeito diurético, fornece antioxidantes e ajuda no processo de emagrecimento.

"O suco ajuda a nutrir o metabolismo, desintoxicar o corpo e contribui para minimizar os efeitos da retenção de líquido, que é o inchaço. Com uma alimentação balanceada, a bebida também é uma aliada no emagrecimento", explica a profissional.

Mas os benefícios não param por aí. Além de refrescantes, os sucos são fontes de vitaminas e minerais, ajudando na prevenção e controle de doenças, como as cardiovasculares, renais e até alguns tipos de câncer.

O ideal, de acordo com a nutricionista, é beber o suco da fruta, natural. "É importante consumir na hora, se for possível. Suco de caixinha também não vale, porque tem aditivos químicos como os dos refrigerantes diet zero e light".

Outra dica da nutricionista é colocar no suco folhas verdes, como couve e hortelã. "Esses ingredientes têm efeito desintoxicante no organismo e ajudam na eliminação de toxinas do fígado", afirma.

Na casa dela, tomar suco de frutas virou lei

Na casa da advogada Michelle Teixeira Vescovi, 36 anos, todo dia é dia de suco. Seja durante as refeições ou quando chega da academia, a mistura de frutas como laranja, limão e manga já virou lei. Ela garante que, além de saudável, o suco é bom para a pele, ajuda a emagrecer e ainda combate a celulite. "Gosto muito de beber suco, e o ideal é misturar várias frutas. Sempre bebi refrigerante Diet, mas durante a gravidez do meu filho Rafael, de 1 ano, retive muito líquido, por isso comecei a beber suco todos os dias e foi a melhor coisa que eu fiz", diz. Para Michelle, a bebida também ajuda a manter um belo bronzeado. "É bom tomar suco de laranja e acerola antes de ir para a praia, porque essas frutas contêm a substância betacaroteno. E beber suco de fruta é sempre recomendado por causa das vitaminas e dos nutrientes", ensina.
Fonte: CFN

terça-feira, 6 de julho de 2010

Nanotecnologia e Alimentos

Empresas europeias produtoras de alimentos usam já nanotecnologia na fabricação e concepção de novos alimentos, mas muito poucas disponibilizam a informação aos consumidores, diz o cientista alemão especialista em ciência alimentar Frans Kampers.

Frans Kampers está entre os palestrantes reunidos em Chigaco para a Reunião Anual de 2009 da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) que vão discursar sobre o tema “Dos Donuts aos Medicamentos: (R)Evolução da Nanobiotecnologia”.

Kampers, do Centro de Pesquisa da Universidade de Wageningen, nos Países Baixos, irá comentar aspectos interessantes da ciência alimentar: “O que a nanotecnologia pode fazer pelo seu Donut”.

O painel inclui dois estudantes graduados, Jessica Koehne da Universidade da Califórnia e Kristina Kriegel da Universidade de Massachusetts que estão a trabalhar em projectos combinados de nanotecnologia, biologia e química.

“No que diz respeito à alimentação e nutrição, há uma maior resistência do grande público quanto aos nanomateriais e nanotecnologia na aplicação em alimentos do que, por exemplo, na utilização médica. Contudo, a sua aplicação em processos e criação de produtos, sensores para a segurança alimentar e controlo da qualidade dos alimentos e das embalagens, são alguns exemplos que reflecte a ampla gama de utilizações possíveis da nanotecnologia na indústria alimentícia”, diz Kampers.

“O problema que os cientistas que trabalham nesta área enfrentam é que as pessoas não entendem o que se faz em nanotecnologia e alimentos”, diz Kampers. “Todo a gente tem uma visão da nanotecnologia como sendo nanopartículas, ou seja partículas infinitamente pequenas, e que essas partículas infinitamente pequenas possam ser prejudiciais aos alimentos e ter um efeito adverso na saúde. A grande promessa da nanotecnologia, diz o cientista holandês, é que poderia permitir uma engenharia de ingredientes de forma a que os nutrientes actuem de forma mais eficaz no corpo humano, enquanto que impedem a passagem de outros elementos prejudiciais e menos desejáveis.”

Cientistas europeus de ciência alimentar usam nanotecnologia para criar estruturas especiais nos alimentos que podem “entregar” os nutrientes em locais específicos do corpo e maximizar assim os efeitos benéficos destes nutrientes. “Basicamente, estamos a criar nanoestruturas desenhadas especialmente para integrarem o sistema digestivo e serem expelidas pelo organismo, de modo a que, no final, não restem nenhumas destas nanoestruturas,” diz Kampers.

O cientista afirma também que alguns investigadores mais controversos estudam possíveis aplicações de nanopartículas persistentes nos alimentos e em embalagens que podem apresentar riscos acrescidos. A utilização de nanopartículas de metal, em particular de prata, poderão provocar uma redução significativa no ritmo da deterioração do material da embalagem, e até mutar da embalagem do alimento para o próprio alimento.

“Nanopartículas de óxido metálico podem avançar para a corrente sanguínea, e os pesquisadores demonstraram que podem mesmo migrar para as células, ou em alguns casos para os núcleos das células. Estas são aplicações mais controversas sobre a utilização da nanotecnologia nos alimentos, contudo, existem muitas aplicações que merecem estudo sério e que poderão melhorar significativamente a resposta às exigências nutricionais do organismo, mesmo em situações de escassez de alimentos.” diz Kampers

Fonte: Science Daily

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Bebidas Energéticas

Não é incomum os estudantes consumirem elevadas doses de bebidas energéticas para aumentar a sua concentração, já que estudam muitas vezes por toda a noite e com um elevado esforço mental. "As bebidas energéticas são o café de uma nova geração", diz Stéphanie Côté, nutricionista da Universidade de Montréal. "Essas bebidas são feitas de açúcar e cafeína e podem ter um impacto negativo sobre a saúde."

De acordo com um relatório de 2008, o consumo de bebidas energéticas apresenta uma tendência crescente para a faixa etária entre 18 a 24 anos de idade. Este segmento de mercado continua a crescer, à medida que crianças mais jovens começam a consumir estas bebidas antes de começarem mesmo a fazer qualquer tipo de actividade física.

Mas estas bebidas não são recomendados para atletas ou crianças com idade inferior a 12. "As bebidas energéticas não hidratam o corpo de forma eficiente", diz Côté. "Porque têm demasiado açúcar. E a cafeína não melhora necessariamente o desempenho físico. Em grandes quantidades, pode mesmo aumentar os riscos de fadiga e desidratação".

Vários estudos têm demonstrado que fortes doses de cafeína pode aumentar a hipertensão arterial, causar palpitações cardíacas, provocar irritabilidade e ansiedade, bem como causar dores de cabeça e insônia. Os Laboratórios de Nutrição Humana não recomendam que o consumo exceda em qualquer circunstância mais de duas latas por dia.

Mas muitos jovens não respeitar esta advertência. Além disso, perto de 50 por cento de jovens entre os 18 a 24 anos de idade afirmam consumir bebidas energéticas misturadas com álcool. Vodka Red Bulls está na moda, apesar das advertências contra misturar bebidas energéticas e álcool. "Normalmente quando alguém consome muito álcool, a sua cabeça gira e sente-se cansado. As bebidas energéticas cancelam estas sinais", explica Côté. "A pessoa sente-se bem e, portanto, continua a beber sem se aperceber já está bêbada."

Este comportamento pode ser destrutivo para o organismo a curto e a longo prazo, causar danos severos de saúde e em alguns casos, mesmo a morte. É desaconselhável severamente a mistura de bebidas energéticas com álcool, seja em que circunstância for.

Fonte: Science Daily